Lisboa:
O sismo de magnitude 9, teve uma grande intensidade a nível de todo o sul do
continente, sobretudo no Algarve onde a destruição foi generalizada, mas não
tão mortífera pois era uma zona pouco habitada. Já em Lisboa cerca de 85% das
habitações foram destruídas, grande parte devido aos incêndios ocorridos, pois
não se encontravam preparadas para tal catástrofe ( ruas desalinhadas, muito
estreitas... ), matando aproximadamente 90 mil pessoas, num total de 275 mil
habitantes na cidade ( 900 das vítimas derivam directamente do tsunami ). Também em Marrocos se fizeram
estimadamente 10 mil vítimas, mais uma forma de demonstrar o poder do sismo em
questão. Registos apontam que algumas horas após o sismo ‘’Um novo abalo levou
as pessoas, em pânico e desespero, a procurar, num desvairamento, as fugas
possíveis.’’.
continente, sobretudo no Algarve onde a destruição foi generalizada, mas não
tão mortífera pois era uma zona pouco habitada. Já em Lisboa cerca de 85% das
habitações foram destruídas, grande parte devido aos incêndios ocorridos, pois
não se encontravam preparadas para tal catástrofe ( ruas desalinhadas, muito
estreitas... ), matando aproximadamente 90 mil pessoas, num total de 275 mil
habitantes na cidade ( 900 das vítimas derivam directamente do tsunami ). Também em Marrocos se fizeram
estimadamente 10 mil vítimas, mais uma forma de demonstrar o poder do sismo em
questão. Registos apontam que algumas horas após o sismo ‘’Um novo abalo levou
as pessoas, em pânico e desespero, a procurar, num desvairamento, as fugas
possíveis.’’.
Japão:
Apesar de ter uma magnitude ( 8.9 ) muito semelhante à do sismo de Lisboa, este foi
muito menos catastrófico, matando apenas cerca de 8 mil pessoas e outras 12 mil
continuam desaparecidas, sendo apontado o número de 20 mil mortos pelas
autoridades Japonesas. A diminuição do número de mortes é graças ao Japão ser
um país com elevado número de construções anti-sísmicas, de estarem ensinados a
reagir face a um sismo e de terem uma grande resposta por parte dos meios de
salvamento. Apesar de tal, o sísmo provocou o sobreaquecimento em vários
reactores de centrais nucleares no país, aumentando o risco de epidemia nuclear
à semelhança do caso de Chernobyl, na Ucrânia. Os fortes abalos poderão também
ter ajudado certos vulcões a entrar em erupção, causando mais caos e
preocupação por parte da população.
muito menos catastrófico, matando apenas cerca de 8 mil pessoas e outras 12 mil
continuam desaparecidas, sendo apontado o número de 20 mil mortos pelas
autoridades Japonesas. A diminuição do número de mortes é graças ao Japão ser
um país com elevado número de construções anti-sísmicas, de estarem ensinados a
reagir face a um sismo e de terem uma grande resposta por parte dos meios de
salvamento. Apesar de tal, o sísmo provocou o sobreaquecimento em vários
reactores de centrais nucleares no país, aumentando o risco de epidemia nuclear
à semelhança do caso de Chernobyl, na Ucrânia. Os fortes abalos poderão também
ter ajudado certos vulcões a entrar em erupção, causando mais caos e
preocupação por parte da população.





Sem comentários:
Enviar um comentário